Júri 2026
Júri Cinema Goiano e Becos da Minha Terra de Filmes Vilaboenses

Bruno Jorge
Bruno Jorge estudou Comunicação Social no Brasil, documentário na França e fez mestrado em Cinema na Bélgica. Em 2003, criou a De Bubuia Cine para gerir seus próprios projetos e realizar filmes de forma bastante independente em diferentes gêneros e formatos, geralmente influenciados pelas artes visuais, cinema experimental e etnografia. Na maior parte dos trabalhos, acumula funções de diretor de fotografia, montador, roteirista e produtor. Em 2013, recebeu uma retrospectiva de sua obra na Cinemateca Francesa. Já foi jurado em festivais como IDFA, Festival Internacional de Moscou e Sheffield Doc Fest. Entre os diversos curtas-metragens, podemos citar “Contratempo” (melhor filme no Festival do Rio, Lab Competition Clermont-Ferrand), “Justiça ao Insulto” (Cannes, Rotterdam), “Novembro, Dezembro” (IDFA), “Catuçaba”, “Moins que demain” e “Barões” (os três últimos com estreia no Visions du Réel). Dentre os longas documentais, destacam-se “Piripkura” (2017) - codireção e direção de fotografia - prêmio de Direitos Humanos no IDFA e melhor filme no Festival do Rio, “A Invenção do Outro” (2022) - Melhor Filme no Festival de Brasília e Docville, além do mais novo “Ópera Mestiça”, com estreia prevista para 2026.

Emiliano Freitas
Emilliano Freitas é artista visual, realizador audiovisual, curador e professor universitário. Atua como diretor artístico e curador da “FAROLETE – mostra de artes do vídeo”, e como diretor de produção e curador da Mostra Infantil da “Curta Qui – Mostra de Curta-Metragem de Quirinópolis”. Realizou os curtas-metragens Eldorado (2022), Mole (2021) e Só penso em (2028), além de ter assinado a produção do videodança Estiagem (2018). Como intérprete, participou de Leite de Córrego (2024), Remela, um super-herói de meia tigela (2016) e Onde as Lágrimas Nascem (2014). Seus trabalhos foram exibidos em diversos festivais de cinema e vídeo, onde recebeu diversas premiações. É professor no curso de arquitetura e urbanismo na UFG - Campus Goiás.

Tuanny Araujo
Tuanny Araujo é atriz, dramaturga e diretora. Bacharel e Mestra em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília - UnB, trabalha com teatro e cinema. No teatro, é co-fundadora do Grupo Embaraça, coletivo de Teatro Negro de Brasília com 13 anos de trajetória. No cinema, atuou em 10 curtas-metragens e 6 longas-metragens, alguns já lançados e outros em fase de finalização. No ano de 2025 foi ganhadora do Prêmio de Melhor Atriz no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Júri Fiocruz

Gregório Alburqueque
Professor Pesquisador do Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Criador e professor da disciplina de Audiovisual no Ensino Médio, da Mostra Audiovisual Estudantil Joaquim Venâncio e do Seminário de Audiovisual e Educação. Tese de doutorado com o título “Pensar pela imagem: educação audiovisual pela perspectiva cultural, política e pedagógica.” Diretor e produtor do documentário premiado Ilva! Sobre a atriz Ilva Niño.

Marcelo Firpo
Coordenador e pesquisador do Núcleo Ecologias e Encontros de Saberes para a Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). Junto com Marina Fasanello, foi roteirista do filme O Fio da Meada, de Silvio Tendler e tem aprofundado a linguagem imagética e audiovisual na produção de conhecimentos no âmbito do Neepes.

Márcia Correa
Jornalista, mestre e doutora em comunicação social pela PUC-Rio. Como pesquisadora se dedica à investigação do audiovisual enquanto ferramenta e processo pedagógico. Está no Canal Saúde da Fundação Oswaldo Cruz desde 1996. Nessa emissora de TV vocacionada para o SUS já foi editora, roteirista, repórter e gerente de programação, antes de assumir a coordenação geral em 2012. Fundou, nos anos 1990, a "Bem TV - Educação e Comunicação", organização da sociedade civil dedicada a usar a comunicação em processos de mobilização política e artística da juventude.

Marina Fasanello
É cofundadora intelectual, pesquisadora e professora colaboradora do Núcleo Ecologias e Encontros de Saberes para a Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), desenvolvendo as Metodologias Sensíveis Co-labor-ativas. Pesquisadora que vem de uma escola de contadores de histórias, Escola Granada, enxergando o cinema como uma estratégia contemporânea para a retomada do fazer tradicional de transmissão de saberes e conhecimentos através do compartilhamento de narrativas vivas. Entende a comunicação como um processo relacional, um ato de reciprocidade parte de um tornar comum dialógico. Junto com Marcelo Firpo foi roteirista do filme O Fio da Meada, dirigido por Silvio Tendler e atualmente trabalha junto com grupos pertencentes a diferentes sistemas de conhecimento tradicionais indígenas na produção de conhecimentos que envolvem, também, a produção de documentários enquanto constituinte da produção de conhecimentos..

Paulo Lara
Paulo Castiglioni Lara – cinegrafista e documentarista, atualmente chefia a VideoSaúde, um setor de comunicação e preservação audiovisual vinculado ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fiocruz.
Júri Cinema Indígena e Povos Tradicionais

Davi Marworno
Davi Marworno é cineasta indígena do extremo norte do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa. Atua como diretor, roteirista, editor e produtor cultural. Desde 2015, realiza curtas documentários e formações em audiovisual nas aldeias. É um dos realizadores da 1ª Feira de Negócios do Audiovisual do Amapá (2025), dirigiu seu primeiro longa-documentário no mesmo ano e integra a organização do 1º Festival Internacional de Cinema de Fronteira, em Oiapoque (AP).

Fábio Martins
Davi Marworno é cineasta indígena do extremo norte do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa. Atua como diretor, roteirista, editor e produtor cultural. Desde 2015, realiza curtas documentários e formações em audiovisual nas aldeias. É um dos realizadores da 1ª Feira de Negócios do Audiovisual do Amapá (2025), dirigiu seu primeiro longa-documentário no mesmo ano e integra a organização do 1º Festival Internacional de Cinema de Fronteira, em Oiapoque (AP). Quilombola formado em Cinema, com especialização em Documentário, Fabio mora na Comunidade Quilombola do Campinho da Independência, Paraty/RJ. Além de cineasta é produtor, músico e ator, com especialização em edição e montagem, o que colaborou na consolidação da sua linguagem cinematográfica. Fabio integrou grupos de cinema independente, produzindo vídeos vinculados a movimentos sociais e videoativismo, temas que continuam estimulando sua carreira. É coordenador nacional de realizadores do audiovisual quilombola, além de produtor e diretor da série “A Grande Travessia”, o primeiro projeto a registrar o retorno de povos da diáspora africana ao continente africano a bordo de um navio. Seu primeiro longa-metragem, Agudás – Passageiros da Memória, foi gravado em diversos países africanos e encontra-se em fase de pós-produção. Paralelamente, desenvolve seu segundo longa, Malungus – A Volta pra Casa, que também será filmado no continente africano. Atualmente, está em fase de pré-produção de sua primeira série documental, Quilombos pelos Biomas do Brasil.

Jessica Sateré-Mawé
Jéssica, indígena do povo Sateré-Mawé, da T.I. Andirá-Marau (AM). Curadora e Cineasta na Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas – Katahirine, Coordenadora geral da Rede da Juventude Sateré-Mawé – MUESAIKA'HARIA e atuante na comunicação do movimento indígena pela UMIAB e Makira'eta. Bacharela em Turismo pela UEA, utilizo o audiovisual e a comunicação indígena como ferramentas de fortalecimento e memória.
Júri Internacional Washington Novaes

Antônio Pitanga
Nascido em 1939, na cidade de Salvador, teve uma infância comum a todos os meninos pobres deste país. Contudo, soube mudar a trajetória traçada para o garoto carente daquela época, quando os preconceitos sociais e raciais eram bastante fortes – como, de resto, o são até os dias de hoje.
Estudante de colégio interno exerceu diversas profissões: alfaiate, sapateiro, gráfico e carteiro, até chegar ao mundo das artes, pelo Movimento “Cinema Novo”. A partir daí, seu caminho estaria definitivamente vinculado aos movimentos culturais do país. Com sua vida inteira dedicada à cultura – trabalhou na Europa, África, Teerã e América Latina – e sempre preocupado com os graves problemas sociais do Brasil, seu envolvimento com a política seria inevitável.
E foi justamente o seu compromisso com a cultura, a educação, a luta do povo negro e o combate a todas as formas de discriminação – dentre as quais o racismo – que exerceu dois mandatos como Vereador da cidade do Rio de Janeiro. Foi ainda Secretário de Estado de Ação Social, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro e Diretor-Presidente da Nova Obra Social do Estado do Rio de Janeiro – entidade não-governamental que atua na área social, junto aos órgãos oficiais do Governo do Estado.

Benedito Ferreira
Benedito Ferreira é artista visual, realizador audiovisual e pesquisador. Doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Sua prática investiga a imagem como escrita, explorando a poética dos arquivos, seus modos de montagem e o apagamento das fronteiras entre documento e ficção. Transita entre audiovisual, objetos, instalação, direção de arte, cenografia e fotografia, sem hierarquizar meios. Nos últimos anos, apresentou trabalhos e colaborou com instituições em países como Colômbia, Uruguai, Argentina, México, Portugal, França, Armênia, Polônia e Coreia do Sul. Roteirizou e dirigiu os longas-metragens A Última Imagem (2021) e Granada (2023). Em 2021, recebeu o Prêmio Rumos Itaú Cultural, com o qual realizou a série de vídeos O Vizinho Silencioso, desenvolvida a partir do encontro com vítimas do césio-137 em Goiânia. Em 2025, publicou o livro Agora e Pouco Antes: Direção de Arte e Cinema Brasileiro, dedicado à historiografia da direção de arte e resultado de mais de dez anos de pesquisa. Concebe e coordena o Vigília – Ateliê Dentro da Imagem, voltado ao acompanhamento de processos artísticos de jovens artistas em Goiás, e integra a direção artística e curadoria da FAROLETE – Mostra de Artes do Vídeo, dedicada à difusão e reflexão sobre práticas contemporâneas do vídeo e suas interseções com as artes visuais.

Caetano Scannavino
CAETANO SCANNAVINO FILHO, empreendedor social com quase 40 anos de atuação na Amazônia, é coordenador geral da ONG Projeto Saúde & Alegria - PSA (www.saudeealegria.org.br). Nascido em São Paulo/SP, se profissionalizou nas áreas de vídeo e fotografia, tendo se mudado para Amazônia em 1988 para apoiar o inicio das ações do PSA, ajudando na época a estruturar o setor de Comunicação Social, se tornando depois coordenador da Organização. A partir dos resultados alcançados, prêmios e reconhecimentos obtidos pelo trabalho do PSA, vem sendo demandado de forma crescente para disseminar suas experiências, assessorar processos de transferência de tecnologias socioambientais junto à outras Instituições, bem como integrar novas frentes, redes e articulações afins em prol de um futuro mais harmônico, includente e sustentável.

Carol Benjamin
Carol Benjamin é cineasta. Criadora, roteirista e diretora de montagem da série de ficção Original Globoplay A VIDA PELA FRENTE (10EPs, 30’, 2023), finalista no Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro (Melhor Série de Ficção) e no Prêmio ABRA de Melhor Roteiro de Série de Ficção (2024). Seu longa de estreia como diretora, FICO TE DEVENDO UMA CARTA SOBRE O BRASIL (88’, 2019), foi premiado no mais importante festival de documentários do mundo, o IDFA (2019), no É Tudo Verdade (2020) e finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2021), entre outras premiações. É diretora-geral e montadora do longa de ficção INSUBMISSAS (72’, 2024), que estreou no Festival do Rio e rodou amplo circuito de festivais. Em 2025 lançou o curta-metragem SOBRE RUÍNAS (19’), exibido no É Tudo Verdade e no Festival do Rio, e premiado no Festival de Vitória e Bonito Cine Sur. É roteirista e produtora do longa-metragem DIVINAS DIVAS (110’, 2017), de Leandra Leal, documentário de maior público no Brasil no ano de seu lançamento, atualmente disponível na Netflix. Por este trabalho, Carol ganhou o II Prêmio ABRA de Melhor Roteiro de Documentário e o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018 (Melhor Documentário), além de diversos prêmios em festivais como o prestigioso South by Southwest (SXSW, EUA).

Juliana Paniagua
Gestora cultural e docente com mais de 14 anos de experiência no desenvolvimento, produção e gestão de projetos culturais e criativos. É cofundadora e codiretora do Festival de Cinema Verde de Barichara Festiver, o primeiro e maior festival de cinema ambiental da Colômbia, de caráter gratuito, que em 2026 realizará sua 16ª edição.
Seu trabalho tem se concentrado na criação de experiências culturais, na circulação audiovisual e na formação de públicos, com foco em sustentabilidade e construção da paz. Atuou em programação, captação de recursos, articulação de parcerias institucionais e desenvolvimento de projetos com impacto cultural e social, além de processos relacionados a diferentes áreas, desde legendagem até hospitalidade. Também participou da produção de eventos culturais e acadêmicos em diferentes formatos, fortalecendo a articulação entre conteúdos, públicos e território. Atualmente é docente e acompanha processos de formulação e execução de projetos audiovisuais, desenvolvimento de eventos e empreendedorismo cultural, integrando a prática profissional à formação acadêmica.

Lázaro Ribeiro
Lázaro Ribeiro é cineasta, fotógrafo e pesquisador vilaboense. Graduado em História pela Universidade Estadual de Goiás, Pós-graduado em Patrimônio, Direitos Culturais e Cidadania, Mestre em Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás – UFG. Foi o Primeiro Secretário de Políticas de Promoção da Igualdade e Equidade Étnico-Racial do município de Goiás, Diretor do Museu da memória de Goyaz. Sua filmografia é composta por mais de 26 curtas-metragens entre ficção e documentário, destacando: Maria Macaca (2015) vencedor de vários prêmios em festivais e mostras nacionais e internacionais, entre eles: Troféu Luiz Gonzaga Soares e Troféu José Petrillo - FICA 2015. Sua produção audiovisual que iniciou no FICA, tem como propósito salvaguardar o patrimônio imaterial da cidade de Goiás que completa 300 anos em 2027, ressaltando: Hugo (2017) – sobre Hugo de Carvalho Ramos, Caminho de pedras (2011) - sobre Cora Coralina, Veneno (2010). Entre troféus e homenagens recebeu do Governo do Estado de Goiás por meio do Conselho Estadual de Cultura “Medalha de Mérito Cultural”, pela importante contribuição à cultura goiana por meio do audiovisual em 2015. Em 2025 recebeu da Polícia Militar do Estado de Goiás a comenda de Ordem do Mérito Tiradentes.

Patricia Yxapy
Professora, realizadora audiovisual, curadora, roteirista do Povo Mbyá-Guarani e mãe do Dionísio Verá Poty. É uma das pioneiras na produção audiovisual de mulheres Guarani no Rio Grande do Sul. Acredita no cinema como ferramenta para as lutas do povo guarani. Em suas filmografias fala da resistência, fronteiras, caminhadas, território, espiritualidade e do modo de vida Mbyá-Guarani enfatizando o protagonismo feminino. Mora na Aldeia Tekoa Koe'ju, em São Miguel das Missões/RS, onde leciona desde 2006. Em 2007, cofundou o Coletivo Mbyá-Guarani de Cinema dirigindo filmes premiados como Bicicletas de Nhanderu (2011), Desterro Guarani (2011), Tava, a casa de pedra (2012), e o curta-metragem Nossos Espíritos Seguem Chegando (2021), com Bruno Huyer e Ariel Kuaray Poty, além do filme TEKO HAXY – ser imperfeita (2018), codirigido com Sophia Pinheiro. É uma das conselheiras da Katahirine - Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas e atualmente está cursando graduação em Língua, Arte e Literatura (Intercultural Indígena, UFMG).
Júri Imprensa

Mariliz Pereira Jorge
Colunista da Folha de S.Paulo, colunista e comentarista do Canal Meio. Vencedora do Troféu Mulher Imprensa 2022 – categoria colunista. Fala sobre atualidades, feminismo, igualdade de gênero, maturidade, sexo e comportamento. Atuou na cobertura de saúde e bem-estar na Folha, em revistas da editora Abril e da editora Globo, momento em que se especializou em nutrição, fitness, beleza. Foi titular de um coluna sobre sexo na revista GQ. Encara a vida de maneira descomplicada e sem amarras, compartilha seu estilo de vida e sua visão de mundo por meio de suas redes, com leveza, bom humor e informação. É inspiração para mulheres de sua faixa etária, mas também para um público mais jovem que reconhece nela o modelo de mulher possível. Gosta de nadar no mar, fazer ioga e detesta musculação, mas faz por obrigação. Pulou de paraquedas, mas tem medo de barata. Tem 54 anos, é casada, apaixonada pelos seus dois pets Mia e Ziggy. É uma voz que representa a opção da não-maternidade.

Paula Falcão
Jornalista, formada pela Universidade Federal de Goiás UFG e pós-graduada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em Gestão da Comunicação em Mídias Sociais, está à frente da plataforma de conteúdo Aproveite a cidade. É uma TEDx Speaker. Já teve seu trabalho com audiovisual para internet reconhecido pelo Youtube Brasil. Atuou como repórter em veículos como O Popular e CBN Goiânia.

Thiago Medaglia
Thiago Medaglia é fundador e diretor-executivo da Ambiental Media, uma das organizações mais premiadas do ecossistema de mídia independente do Brasil. Jornalista com mais de 20 anos de experiência em ciência e meio ambiente, foi editor da revista National Geographic Brasil, é mestre em História da Ciência pela Universidade de Harvard, foi pesquisador-convidado no programa Knight de Jornalismo Científico do MIT e é pós-graduado em Jornalismo Digital Empreendedor pela City University de Nova York. Idealiza e lidera projetos que integram dados, ciência e investigação de campo, com o objetivo de qualificar o debate público em torno de temas como clima, meio ambiente e povos tradicionais. Autor de cinco livros sobre a temática ambiental, publicou artigos e reportagens em veículos como Folha de São Paulo, Uol, Estadão, Mother Jones, Mongabay, InfoAmazonia, revista ESPN e outros.
Júri Jovem

Céu Medrado
Céu dos Santos Medrado é estudante do quinto período de Cinema e Audiovisual pelo IFG, campus Cidade de Goiás.

Hitallo Santos
Hitallo Torquato é cineasta em formação pelo curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e ator, com formação técnica em Artes Dramáticas pela Escola do Futuro Basileu França. Atua também como roteirista e diretor de arte. Sua linguagem autoral é marcada por uma pesquisa estética que atravessa o corpo, a memória e o sagrado, construindo narrativas sensíveis e poéticas.
Mesmo em início de trajetória como cineasta, seus filmes Relicário (2024) e Depois do Amém (2025) já circularam por importantes festivais nacionais, tendo sido premiado na Goiânia Mostra Curtas como Melhor Filme na Mostra Origens. Atualmente, é diretor de cena na UEG TV e CRIALAB| UEG.

Larissa Braga
Larissa Braga é goianiense e tem formações técnicas em balé clássico e teatro pela Escola do Futuro em Artes Basileu França. Cursa Direção de Arte Bacharelado na Universidade Federal de Goiás. Participou em montagens teatrais como atriz, diretora de arte, figurinista, assistente de cenografia e assistente de produção. Além disso participou de projetos audiovisuais enquanto atriz e participa do Núcleo Cinelivre como extensionista e monitora.
